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O expressivo crescimento da indústria de jogos de azar na América está despertando preocupações no Congresso, onde a representante Andrea Salinas (foto acima) lidera uma iniciativa de intervenção federal para lidar com o aumento nas taxas de vício. Apesar da resistência ferrenha da indústria de jogos, os parlamentares estão considerando uma legislação que poderia alocar dezenas de milhões de dólares em financiamento para apoiar aqueles afetados adversamente.

Salinas está firme na urgência de responsabilizar os operadores de jogos pelo aumento nas taxas de vício. A legalização das apostas esportivas em 38 estados, seguindo a decisão da Suprema Corte em 2018, resultou em um mercado em expansão que atrai bilhões em apostas mensalmente. Ao mesmo tempo, o aumento nos casos de vício tem levantado preocupações entre clínicos, conselheiros e defensores.

A Lei Grit visa combater o vício em jogos na sua origem

Para enfrentar a crescente crise, Salinas e o senador democrata Richard Blumenthal propuseram a Lei Grit (Recuperação, Investimento e Tratamento do Vício em Jogos). Essa legislação utiliza o imposto federal sobre o jogo, que experimentou um aumento substancial nas receitas - estimado em US$ 271 milhões no ano passado - devido ao mercado legal em expansão.

A Lei Grit delineia uma abordagem estratégica: metade das receitas fiscais seria destinada ao tratamento, prevenção e pesquisa do vício em jogos. Importante destacar que esse suporte financeiro não sobrecarregaria os contribuintes, pois os fundos fluiriam por meio de um programa federal de subsídios existente. Especialistas acreditam que essa lei aumentaria significativamente os recursos para prevenção, pesquisa e tratamento do vício.

Salinas chama a atenção para a interconexão do vício em jogos com outros distúrbios de saúde mental, como o alcoolismo. Ela adverte que, se não for abordado, o crescimento descontrolado do jogo pode se tornar um grande contribuinte para uma escalada na crise de saúde mental, enfatizando a necessidade de abordar esse problema em sua fonte primária.

Apesar dos benefícios potenciais da Lei Grit, a proposta enfrenta forte oposição dos operadores de jogos. Chris Cylke, vice-presidente sênior da Associação Americana de Jogos, argumenta que a lei daria vantagens a operadores ilegais e sugere que o antiquado imposto sobre o jogo deveria ser revogado. Essa posição, no entanto, é criticada pelos defensores de um maior suporte ao jogo compulsivo, que argumentam que a indústria deve assumir responsabilidade externa.

Em conclusão, a batalha entre legisladores e operadores de jogos se intensifica à medida que a Lei Grit busca abordar o impacto do crescimento descontrolado do jogo na saúde mental. Enquanto Salinas reconhece os desafios pela frente, ela permanece comprometida com a longa campanha, reconhecendo que lidar com as taxas de vício em jogos requer atenção urgente e medidas legislativas proativas.

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Lea Hogg
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